Tudo sobre tod@s, o livro

christofoletti.com

O professor Sérgio Amadeu da Silveira não é propriamente um sujeito alto. Mas ele se agiganta quando começa a falar, e como fala! Seu sorriso permanente, os braços cabeludos e os olhinhos saltitantes atrás dos óculos largos ajudam a compor a performance de fala ágil e quase gritada. Se a cena fosse muda, poderíamos supor que ele está comentando o final da temporada de uma série de TV ou a apoteose de um videogame. Seu entusiasmo é transbordante, e em muitas vezes contagioso. Ao chegar mais perto, ouviremos que ele está tratando de assuntos seriíssimos que afetam a nossa vida diretamente, como a violação de direitos humanos, os perigos à democracia, e as manobras perversas do capitalismo para não só se perpetuar, mas nos convencer de que está tudo muito bem, obrigado.

Quem nunca viu ou ouviu o professor Sérgio Amadeu tem uma nova chance. Ele acaba de lançar Tudo…

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Viagens ao Sub Mundo – Sobre Liberdade e Glória

Blog do São Paulo

Sobre liberdade e glória.

Saudades?

Mais uma vez, fora de decisões. Eliminados, estamos acompanhando com mais atenção os acontecimentos de outros times.

O último destaque positivo nosso foi a atitude de Rodrigo Caio. Que, ainda assim, foi contestada por variados motivos, todos embasados na natureza de quem a criticou.

Todavia, se fosse uma falta dentro da área que ele tivesse cometido, mas que o juiz tivesse dado fora, certamente ele não acusaria o erro. Ou posso estar enganado.

Indo além, se ‘tivéssemos tido’ capacidade para fazer os gols necessários e não sofrer os gols sofridos, Rodrigo seria considerado herói até pelos que tanto massacraram o jogador. Ou posso estar enganado².

Herói?

Felipe Melo é o bruto. O jogador que não leva desaforo pra casa. Que parte pra agressão, que ajuda na briga, que promete bater na cara, e bate.

Valentia. Marrento. Xerife.

Os uruguaios foram covardes. A confusão foi generalizada…

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a História que não teve fim

eh várzea

O ano de 2016 ficará na História. A escalada na Guerra da Síria, o Brexit, uma série de atentados na Europa, a eleição de Donald Trump, a tentativa de golpe na Turquia, a deposição de Dilma Roussef, etc. Mas do lado de cá 2016 também fica marcado como um ano em que a política mundial parece tomar rumos imprevisíveis.

Em 1992 Francis Fukuyama, um entusiasta de mercados livres e democracias liberais, publicou “O Fim da História e o Último Homem”. Ali, ele argumentava que o liberalismo, o individualismo e a democracia haviam triunfado sobre os ideais coletivistas do socialismo soviético. A intenção de Fukuyama era justamente contrapor a máxima marxista de que “o comunismo era inevitável”, mas apresentava um otimismo profético similar. Fukuyama via a História em movimento como uma força rumo ao progresso. Mas em 1992, com o fim da Guerra Fria e o advento da globalização e da…

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Viagens ao Sub Mundo – Tanta Construção

Blog do São Paulo

Tanta Construção.

Tanto faz.

Em temporada recente, lembro-me de ter lido que a diretoria Tricolor considerou ter sido alcançado o objetivo principal após chegarmos em fase de classificação de Libertadores. Ou seja, o planejamento não fora feito em busca de título. Algo que pode ser por alguns enxergado como normal, afinal de contas, um passo de cada vez… Obviamente, somente nós, torcedores, enxergávamos que era possível vencer o campeonato. Culpa da tal da Fé, que nos faz acompanhar os jogos acreditando que entraremos sempre para vencer, sempre com chances reais de conquistas, de títulos.

Também, há alguns anos, por volta de 2009, 2010, 2011, li que havia um consenso da gestão à época (e, queiramos ou não, atual) com relação à reformulação do clube, mais especificadamente do time, que vinha vencendo o principal torneio nacional, porém seguidamente caía de forma vexaminosa (com direito a jogos eliminatórios sem conseguirmos dar…

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Viagens ao Sub Mundo – Tremas – três temas.

Blog do São Paulo

Cerveja

Uma das grandes combinações que existem na vida é o jogo de futebol acompanhado de uma cerveja gelada.

Seja pelo rádio, seja pela televisão, seja, quando permitido, no estádio.

Quem, por razões diversas, não pode desfrutar disso, seja por escolha, seja por outro motivo, pelo menos consegue ter uma ideia do que é comemorar um gol e, em seguida, matar meia caneca de breja trincando… pensa numa coisa boa..

A gente faz aquele ‘Aaaahh!’ Diliça!

E quando nosso gol sai aos 45 min do segundo tempo, empatando uma partida que até o momento parecia perdida… ou dando a vitória suada, mas fruto de uma entrega que há tempos não se via.. ou quando é o 4º gol de mais uma goleada.. e a cerveja ainda está gelada?!?!?

“DER… é só deixar na geladeira que ela fica gelad..”

Não. Você não está entendendo.

O São Paulo que víamos frequentemente nos…

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Viagens ao Sub Mundo – Começou?

Blog do São Paulo

Ronnie Mancuzo - Sub

Começou?

Começou?

Vimos a cor da bola, pelo menos… no primeiro tempo.

Começou?

Com uma goleada. Mas dizem que goleada é quando são 3 gols de diferença. Não tomar 4..

E 3 a 1 é goleada? Tipo, 5 a 3 ainda seria goleada?

E 7 a 5? Seria jogão. Chaves teria que fazer 5 gols.. ou Gilberto faria? Cícero de centroavante?

Não foi jogão.

Parecia que era mais do mesmo, ainda que tivesse tudo para ser tão diferente. Afinal de contas, Nem, Cícero eram novidades… bom, tirando o Cícero. Nem Cícero.

Sim, no banco tinha Ceni.

Com futebol de Gomes…

Futebol de Gomes, de Osorio, de Bauza, de Doriva, de Milton Cruz.. de Muricy..

É o começo. Não podemos criticar o técnico.

Técnico que é novo. Experiência só em campo.

Foi pra Europa se especializar, buscar referências, estudar o novo ofício.

Tudo isso em 1 ano?

Dizem que foi menos…

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Viagens ao Sub Mundo – Apita o Árbitro

Blog do São Paulo

Ronnie Mancuzo - Sub

Apita o árbitro

Começa o ano!

Título em cima do Corinthians!

Não é uma coisa que se diga “Supimpa! Que título maravilhoso!”.. mas, é um título.

É um sinônimo de campeão.

É um sinônimo de Rogério Ceni.

Claro, sou um dos que mais têm certo receio com relação ao Mito (e uso a palavra em maiúsculo porque, se for pra existir um Mito no futebol, que seja do São Paulo), porém preciso também ter aquele fio de esperança brilhoso, forte, que carrega em suas costas a esperança máxima que sempre esteve dentro do peito são-paulino.

Vivemos momentos difíceis. Os bastidores permanecem como estavam até a chegada do atual técnico. Alguns nomes consideráveis da parte administrativa foram trocados, óbvio. Mas a forma de trabalho, que é, no mínimo, questionável, ainda deixa rastros quando nos pegamos indo atrás de Jadson, mesmo sem ir, cogitando Nilmar, ainda que sem cogitar… são vícios. E…

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